Procurando pelo Blog desse gênio para acrescentar na minha lista de feeds do google reader, acabei achando essas duas entrevistas super interessantes sobre o Anders Hejlsberg.
Pra quem não conhece, Anders é o criador de nada menos que ferramentas como o Turbo Pascal e Delphi . Contratado pela Microsoft em 2006 por um trocado ($ 40.000.000,00) para desenvolver uma linguagem de programação totalmente nova que preparasse a Microsoft para aquilo que seria o .net, o C#.
Chanel 9: Life and Times of Anders Hejlsberg (2006) e What Influenced The Development of C# ( 2004)
Ahh.. Não achei o blog dele :-/
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domingo, 21 de setembro de 2008
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Vulnerabilidades no Chrome
http://ultimas-noticias.org/tecnologia/vulnerabilidade-no-google-chrome-expoe-usuarios
Parece que um IE ganhou um forte concorrente... em todos os sentidos :-)
Brincadeiras a parte, essa vai ser uma experiência muito interessante porque vai nos permitir
observar como as duas empresas (Google e Microsoft) se comportam com relação a tratamento de vulnerabilidades em seus aplicativos. Varrer para debaixo do tapete pode não ser mais uma opção por questão de concorrência.
Outro aspecto interessante que observo é que o Chrome será muito mais visado do que o Firefox e quase tão visado quanto o IE, então será um bom laboratório para validar toda a ideologia open source sobre qualidade, etc etc etc. (Eu disse open source! Não Software Livre!).
Minha aposta é que esse jogo vai ficar empatado.
Acredito que a credibilidade de uma empresa do mercado de software depende muito pouco dos bugs (a MS teve um tempo que abusou, mas está muito melhor). O que importa mesmo é como e quão rápido a empresa reage para corrigir as falhas. Isso gera a segurança necessária para o cliente aderir uma solução. A transparência também conta.
Parece que um IE ganhou um forte concorrente... em todos os sentidos :-)
Brincadeiras a parte, essa vai ser uma experiência muito interessante porque vai nos permitir
observar como as duas empresas (Google e Microsoft) se comportam com relação a tratamento de vulnerabilidades em seus aplicativos. Varrer para debaixo do tapete pode não ser mais uma opção por questão de concorrência.
Outro aspecto interessante que observo é que o Chrome será muito mais visado do que o Firefox e quase tão visado quanto o IE, então será um bom laboratório para validar toda a ideologia open source sobre qualidade, etc etc etc. (Eu disse open source! Não Software Livre!).
Minha aposta é que esse jogo vai ficar empatado.
Acredito que a credibilidade de uma empresa do mercado de software depende muito pouco dos bugs (a MS teve um tempo que abusou, mas está muito melhor). O que importa mesmo é como e quão rápido a empresa reage para corrigir as falhas. Isso gera a segurança necessária para o cliente aderir uma solução. A transparência também conta.
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